camisas polo ralph lauren mujer Palavras proferidas pelo Presidente da República de Cuba

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Para saber quem Hugo Ch temos que lembrar o que ele disse no discurso proferido na Aula Magna da Universidade de Havana em 14 de dezembro de 1994, h hoje exatamente dez anos. O mesmo lhes digo a todos voc caros compatriotas cubano latino americanos: Algum dia esperamos vir a Cuba em condi de estender os bra e em condi de alimentar nos mutuamente num projeto revolucion submersos, como estamos desde h s na id de um continente hispano americano, latino americano e caribenho, integrado como uma s na que somos.

“Nesse caminho andamos, e como Aquiles Nazoa disse de Jos Mart sentimo nos de todos os tempos e de todos os lugares, e andamos como o vento detr dessa semente que aqui caiu um dia e aqui, em terra f brotou e cresce como o que sempre t dito e n o digo agora aqui em Cuba porque esteja em Cuba e porque, como dizem na minha terra, na plan venezuelana, me sinta encorajado e apoiado, sen que o diz no pr ex venezuelano antes de sermos soldados insurretos; diz nos sal nas escolas militares da Venezuela : Cuba um basti da dignidade latino americana e como tal preciso v

“Sem d est acontecendo coisas interessantes na Am Latina e no Caribe; sem d que esse, o nosso insigne poeta e escritor, desta a Nossa Am don Pablo Neruda, tem muita raz quando escreveu que Bol acorda de cem em cem anos, quando o povo acorda.

Sem d estamos numa era de despertares, de ressurrei de povos, de for e de esperan sem d Presidente, que essa onda que voc anuncia ou que anunciou e continua anunciando nesta entrevista a qual j me referi antes, Um gr de milho, sente se e apalpa se por toda a Am Latina.”

“N tivemos a ousadia de fundar um movimento dentro das fileiras do ex nacional da Venezuela, cansados de tanta corrup e juramos dedicar a vida constru de um movimento revolucion e luta revolucion na Venezuela, agora, no latino americano.

“Isso come a faz no ano do bicenten do nascimento de Bol Mas vejamos que este pr ano o centen da morte de Jos Mart vejamos que este ano que vem o bicenten do nascimento do marechal Antonio Jos de Sucre, vejamos que este ano que vem o bicenten da rebeli e morte do zambo Jos Leonardo Chirinos nas costas de Coro, na Venezuela, terra, certamente, dos ascendentes do pr Antonio Maceo.

“O tempo ch e encor sem d tempo de percorrer de novo caminhos de esperan e de luta. N andamos agora nisso, dedicados ao trabalho revolucion em tr dire fundamentais que vou permitir me resumir perante voc para convid ao interc para convid a estender la de uni e de trabalho, de constru concreta.

“Em primeiro lugar, estamos empenhados em levantar uma bandeira ideol pertinente e prop nossa terra venezuelana, nossa terra latino americana: a bandeira bolivariana.

“Mas nesse trabalho ideol de revis da hist e das id que nasceram na Venezuela e neste continente h duzentos anos, nesse mergulhar na hist procurando as nossas ra desenhamos e lan opini p nacional e internacional a id daquele Sim Bol que fazia um apelo, por exemplo, a essa unidade latino americana para poder opor uma na desenvolvida como contrapeso pretens do norte que j se perfilava com as suas garras sobre a nossa terra latino americana; a id daquele Bol que quase desde o seu t j em Santa Marta, disse: “Os militares devem empunhar a sua espada para defender as garantias sociais”; a id daquele Bol que disse que o melhor sistema de governo aquele que lhe proporciona maior soma de felicidade ao seu povo, a maior soma de estabilidade pol e seguran social.

“Essa raiz profunda, essa raiz bolivariana, que est unida pelo tempo, pela pr hist raiz robinsoniana, tomando como inspira o nome de Samuel Robinson ou Sim Rodr ao qual os latino americanos conhecemos muito pouco porque desde crian disseram nos: “O professor de Bol e ali ficou, como estigmatizado pela hist o doido extravagante que morreu anci deambulando como o vento pelos povos da Am Latina, Sim Rodr chamava aos Americanos meridionais a fazerem duas Revoluc a pol e a Econ Aquele Sim Rodr que apelava constru de um modelo de Economia Social e um modelo de economia popular, que deixou para todos os tempos da Am Latina como um desafio para n aquilo de que a Am Latina n podia continuar imitando servilmente, se n que devia ser original e fazia um apelo a inventar ou a errar. Esse velho doido, para os burgueses da que andava recolhendo crian j anci e abandonado, e que dizia: “As crian s as pedras do futuro pr republicano, venham c para polir as pedras para que esse pr seja s e luminoso!”

N como militares, andamos procura disso, e hoje estamos mais certos na convic e na necessidade de que o ex da Venezuela tem que ser novamente o que ele foi: um ex do povo, um ex para defender isso que Bol chamou de garantias sociais”.

“Seria uma primeira etapa de trabalho bem adequada, Comandante: o pr ano do centen da morte de Jos Mart estreitar esse trabalho ideol esse bin de Bol e Mart como modo de levantar a emo e o orgulho dos latino americanos.

“A outra etapa do nosso trabalho, para a qual tamb precisamos estreitar v com os povos da nossa Am o trabalho organizativo”.

“Na cadeia receb muitos documentos de como o povo cubano foi se organizando ap o triunfo da Revolu e estamos empenhados em organizar na Venezuela um imenso movimento social: o Movimento Bolivariano Revolucion 200; e, al disso, estamos convocando para este pr ano cria da Frente Nacional Bolivariana, e estamos fazendo um apelo aos estudantes, aos camponeses, aos ind aos militares que estamos na rua, aos intelectuais, oper pescadores, sonhadores, a todos, a fazer parte dessa frente, uma grande frente social que encare o desafio da transforma da Venezuela.

“Na Venezuela ningu sabe o que pode acontecer em qualquer momento. Os que participam no processo eleitoral onde tamb h pessoas honestas que respeitamos, mas no processo eleitoral que n acreditamos esse um p e o outro p que n vamos alimentar, encorajar e refor fazer um apelo, na rua, com o povo, elei para uma Assembl Nacional Constituinte, para redefinir as bases fundamentais da rep que foram destru as bases jur as bases pol as bases econ as bases morais inclusive, da Venezuela est no ch e isso n vai ser consertado com pequenos remendos.

“Bol o dizia: ‘As gangrenas pol n se curam com paliativos’, e na Venezuela h uma gangrena absoluta e total.”

“Uma manga amadurece quando est verde, mas uma manga podre nunca vai amadurecer; de uma manga podre preciso resgatar a sua semente e semeia la para que brote uma nova Isso acontece na Venezuela de hoje. Cad esses d me perguntava o Presidente Castro. Nas contas no exterior de quase todos os que ocuparam o poder na Venezuela, civis e militares que se enriqueceram ao abrigo do poder.

“Nessa esmagadora maioria dos venezuelanos, n temos um impacto positivo muito grande e voc compreender que, ao termos essas duas for estamos dispostos a arriscar tudo ou nada pela necess mudan na Venezuela. Por isso dizemos que n rejeitamos a via de utilizar as armas do povo que est nos quart para procurar o caminho se este sistema pol decide, como parece ter decidido, se debru mais uma vez na busca de recursos para manipular e enganar.

“N estamos solicitando Constituente e no ano pr eu j disse vamos empurrar esta sa como recurso estrat de curto prazo.

” um projeto de longo prazo, um projeto dum horizonte de 20 40 anos, um modelo econ soberano; n queremos seguir sendo uma economia colonial , um modelo econ complementar.”

um projeto que n temos lan j ao mundo venezuelano com o nome do Projeto Nacional “Simon Bol , mas com os bra estendidos ao continente latino americano e caribenho. Um projeto no qual n aventurado pensar, do ponto de vista pol numa associa de Estados latino americanos. Por que n pensarmos nisso, que foi o sonho original dos nossos libertadores? Por que continuarmos fragmentados? At l na pol chega a pretens desse projeto que n nosso nem original, tem 200 anos, pelo menos.
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